Horas após o Senado rejeitar a indicação de Jorge Messias ao STF, articuladores do governo e senadores da base aliada reconheceram erros. O episódio expôs falhas na estratégia de apoio ao ministro, que integra a Advocacia-Geral da União. O PT e outros aliados participaram da avaliação interna.
A principal leitura é o subestimar do poder de Davi Alcolumbre, presidente do Senado. Também foi apontado o equívoco na escolha do cabo eleitoral, priorizando o ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF. Os ajustes visam recompor a relação entre aliados e o comando da Casa.
Fontes próximas ao Planalto afirmam que há alinhamento interno para redefinir a abordagem com o Senado e com o Supremo. A avaliação interna aponta a necessidade de comunicação mais clara e de distribuição de apoios entre membros da base.
Repercussões internas e próximos passos
O governo avalia fortalecer a coordenação entre ministérios e a liderança da base para os próximos trâmites no STF e em votações relevantes. Também se discute ampliar o diálogo com lideranças regionais para ampliar o apoio aos nomes indicados.
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