Após a rejeição da indicação ao STF, aliados do presidente Lula passaram a defender a nomeação de Jorge Messias, atual advogado-geral da União, para chefiar o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ideia ganha força entre integrantes do Planalto.
No Palácio do Planalto, interlocutores afirmam que ainda não houve decisão, mas reconhecem o aumento do movimento a favor da mudança. Lula tem sido informado de que o desempenho de Wellington César Lima e Silva na pasta gera insatisfação.
Contexto e motivações
A gestão do Ministério da Justiça, responsável pela Polícia Federal, é vista como central para ações contra o crime organizado e grandes investigações, como as envolvendo o Caso Master. O objetivo seria fortalecer a pasta e reagrupar o entorno político de Messias.
Entre aliados, a leitura é que Messias enfrenta polarização e leitura de oppositores como recado político ao Planalto. O próprio indicado chegou a comentar, segundo fontes, que seu ciclo estaria no fim. A possibilidade envolve redefinir o papel da AGU e a condução da pasta.
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