Durante a manhã de 1º de maio, pré-candidatas ao Senado pelo campo progressista participaram de um ato em defesa da redução da jornada 6×1. O protesto ocorreu no Eixão Sul, na altura da SQS 106, em Brasília, com organização de movimientos de esquerda.
As ativas no evento foram a senadora Leila Barros (PDT-DF) e a deputada Erika Kokay (PT-DF). Ambas defenderam o fim da escala atual e cobraram avanços em direitos trabalhistas, incluindo a equiparação salarial entre homens e mulheres.
Leila Barros destacou a carga de trabalho das trabalhadoras e citou que o retorno para casa envolve tarefas domésticas e cuidados com a família. Kokay lembrou a histórica luta de Chicago para reduzir a jornada, associando o tema ao tempo disponível para a vida social e econômica.
Desdobramentos e contexto político
Kokay criticou a atuação do Congresso, afirmando que pode haver atrasos nas conquistas trabalhistas. Ela também mencionou a derrubada de vetos do presidente Lula ao PL da Dosimetria, aprovada pela Câmara e pelo Senado, com impactos sobre penas de condenados no 8 de janeiro.
Ela ressaltou que a democracia depende de direitos assegurados a todos, sem favoritismos ou exceções. A deputada afirmou que as discussões sobre o tempo de trabalho se conectam com a defesa dos direitos básicos dos trabalhadores.
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