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Cármen Lúcia afirma que urna eletrônica reduz risco de fraude

Urnas eletrônicas reduzem risco de fraude, celebrando 30 anos do sistema; estreia o mascote Pilili para incentivar voto a partir de 16 anos

Presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, em cerimônia pelos 30 anos da urna eletrônica, apresenta o Pilili, mascote da Justiça Eleitoral — Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE
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O TSE realizou uma cerimônia para celebrar 30 anos do uso das urnas eletrônicas. A presidente do tribunal, Cármen Lúcia, afirmou que o equipamento eliminou o risco de fraude eleitoral e de votação por terceiros, em discurso durante o evento realizado nesta segunda-feira (4), na sede da Corte, em Brasília.

A presidente mencionou que os 30 anos das urnas encerram a possibilidade de resultados que não correspondam ao voto registrado. O evento recebeu alunos de escolas públicas e privadas, que visitaram a exposição interativa e o museu do voto.

A cerimônia também marcou a apresentação do Pilili, uma urna eletrônica animada que será o novo mascote da Justiça Eleitoral. O nome faz alusão ao som emitido pela urna após o registro do voto, segundo a ministra.

Pilili: novo mascote da Justiça Eleitoral

A iniciativa visa estimular o voto entre eleitores a partir dos 16 anos, conforme a fala de Cármen Lúcia. A ministra ressaltou que o objetivo é incentivar a participação civil de jovens que completarem 16 anos até 4 de outubro.

Transição na presidência do TSE

Cármen Lúcia informou que deixará a presidência em breve para viabilidade de transição ao novo presidente, Kassio Nunes Marques. O ministro tomará posse na próxima terça-feira (12) e assume a condução do tribunal.

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