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Durigan critica BRB por rombo mal explicado

Durigan afirma que a União não deve socorrer BRB; responsabilidade é do GDF, salvo risco sistêmico.

DARIO DURIGAN - (crédito: Reprodução/TV Cultura)
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a União não deve socorrer o BRB e nem garantir empréstimos sem que o GDF tenha capacidade junto ao Tesouro. Em entrevista ao Roda Viva, ele disse que o BRB é problema do Distrito Federal e que a União só atuaria em risco sistêmico.

Durigan destacou que o BRB teve operações com o Banco Master, liquidado pelo BC em 2025, o que, segundo ele, é responsabilidade do GDF. O ministro reiterou que a União não pode cobrir um rombo mal explicado e que o foco é evitar risco sistêmico.

A governadora Celina Leão busca garantias federais para um empréstimo de R$ 6,6 bilhões do BRB junto ao FGC, para cobrir perdas das operações com o Master. Durigan sugeriu que o DF pode usar garantias com recursos do Fundo Constitucional do DF.

Situação financeira do BRB

Segundo Durigan, a única hipótese de socorro federal ocorreria em caso de risco sistêmico, o que, para ele, não está configurado. Até o momento, o BRB não informou o tamanho do rombo resultante das operações com o Master.

O ministro ressaltou que o GDF tem caminhos para garantir apoio ao BRB sem intervenção federal, incluindo a utilização de garantias junto ao FGC com recursos do próprio DF. Analistas divergentes apontam outras saídas para cobertura de perdas.

Caso Master e responsabilidades

Durigan afirmou que o caso do Banco Master foi grave e que o setor financeiro do Brasil precisou ratear mais de R$ 50 bilhões no FGC. Atribuiu a responsabilidade às etapas de autorização e aprovação do processo entre 2019 e 2024.

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