Marília Campos, pré-candidata do PT ao Senado em Minas Gerais, cobrou definição sobre o palanque petista no Estado. A posição envolve a possível candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo mineiro, apoio que ainda não está assegurado pelo PSB. A declaração ocorreu em Brasília e ganha relevância para a costura da aliança.
A ex-prefeita de Contagem argumenta que a indefinição atrasa a construção de um palanque sólido para o PT em MG. Ela aponta que a resposta do PSB é crucial para costurar alianças, inclusive com outros nomes possíveis para compor a chapa.
Definição do palanque mineiro
Campos afirma que é necessário se articular para evitar atraso estratégico. Ela menciona que o PT não trabalha apenas com um nome, mas com etapas para assegurar vice, suplentes e uma estrutura que permita atuação conjunta no Estado.
Ela observa que, caso Pacheco não dispute, há espaço para considerar outros nomes, como o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, entre possíveis componentes da chapa. A dirigente destaca a importância de avanços concretos para o calendário eleitoral.
Avaliação sobre o governo Lula
A pré-candidata comenta que Lula, no terceiro mandato, mostrou avanços como medidas de ajuste fiscal e reformas, mas ressalta que isso pode não bastar para vencer as eleições. Afirmou ainda que a eleição requer ganho de confiança sobre o futuro pelos eleitores.
Marília aponta que o presidente pode não ter creditado amplamente seus investimentos municipais, o que impacta a percepção de liderança. O objetivo é ampliar o diálogo com eleitores que ainda estão indecisos, sem polarizar o discurso da campanha.
Perspectivas para o pós-Lula
A parlamentar defende que o PT dialogue com aliados de outros partidos de centro para ampliar o leque de candidatos. Ela cita nomes de referência distintos e afirma que o ideal é encontrar a melhor opção para dar continuidade ao projeto democrático, independentemente do partido.
Por fim, a ex-prefeita sugere avaliação contínua de políticas públicas com foco em custo-benefício e sustentabilidade de gasto. O objetivo é orientar um eventual terceiro mandato com práticas inclusivas e fortalecidas.
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