O atual advogado-geral da União, Jorge Messias, sinalizou aos aliados que topa seguir qualquer decisão de Lula para permanecer no governo. A mensagem ocorreu após a negativa do Senado para indicar Messias ao STF.
A situação envolve a possibilidade de remanejamento de Messias para o Ministério da Justiça, hoje chefiado por Wellington César e Lima. A ideia ganhou força nos bastidores, com apoio da ala baiana do PT e de Jaques Wagner, líder do governo no Senado.
Lula ainda não fez convite formal, mas manteve Messias no radar. O Supremo, que era o objetivo inicial, ficou em segundo plano após a rejeição histórica. A sabatina de Messias ficou suspensa por tempo curto, mas as conversas continuam.
Entre aliados, circula a leitura de que Messias aceitaria o desafio caso seja convidado pelo presidente. O ambiente interno do PT acompanha a repercussão da derrota no Congresso e avalia respostas políticas para o momento, sem choque direto com o Centrão.
A ala governista discute cenários para conter eventuais desfiliações ou descontentamentos que possam impactar a base de apoio de Lula. A avaliação é manter o aparato federal estável enquanto se busca recompor apoio no parlamento.
Petistas ressaltam cautela para evitar desgaste adicional de Lula; mudanças no comando de ministérios aparecem como ferramenta para sinalizar controle institucional. O foco permanece em manter a governabilidade diante de pressões congressuais.
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