Luiz Inácio Lula da Silva repercutiu críticas a Eduardo Bolsonaro durante o momento de sanção da lei que institui o Dia Nacional em Memória às Vítimas da Covid-19. O presidente chamou o ex-deputado de fujão, após ele ter se mudado para os EUA em fevereiro de 2023, cassado pela Câmara.
O ataque ocorreu nesta segunda-feira, 11 de maio, no evento oficial de sanção da lei. Lula afirmou que Bolsonaro defendia uma visão de fim da pandemia com possíveis repiques, mas sem justificar a pressa na vacinação, alegando prejudicar a vida das pessoas.
Durante o discurso, o presidente repetiu críticas à gestão da pandemia sob Bolsonaro e associou a tensão política a consequências graves para a população, citando mortes associadas à crise sanitária. O conteúdo apontado envolve cobrança por responsabilização de gestões passadas.
Lula reforçou que não costuma fazer acusações formais contra o ex-presidente, mas disse que Bolsonaro deveria ouvir especialistas para orientar as políticas públicas, especialmente médicos e cientistas que assessoraram o governo na crise.
O chefe do Executivo também mencionou controvérsias à época sobre vacinas, enfatizando a necessidade de atribuir nomes aos responsáveis por decisões controversas, sem detalhar novas identidades ou acusações formais.
O episódio ocorre em meio a acirramento político envolvendo as ações de Bolsonaro e de seus apoiadores, com o foco na memória das vítimas da Covid-19 e na avaliação pública das respostas governamentais à pandemia.
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