O governo zerou o imposto de importação de 20% para compras internacionais de até US$ 50 feitas por pessoas físicas. A mudança foi anunciada por meio de medida provisória assinada em 12 de maio de 2026 e entrou em vigor no dia 13, com validade inicial de 120 dias. Para tornar a medida definitiva, é necessária aprovação do Congresso até 24 de setembro de 2026.
A decisão marca a adoção de posição diferente daquela defendida pela equipe econômica, que defendia a cobrança. Nos meses recentes, o governo também viu críticas de integrantes próximos ao Planalto e do próprio presidente Lula, que passou a questionar o formato da cobrança.
A medida gerou intensa mobilização nas redes sociais, sobretudo entre perfis associados à direita, com memes que ironizam o recuo do governo. Houve, ainda, publicações que elogiaram a decisão e defenderam o benefício aos consumidores.
Repercussão nas redes
Publicações ironizaram a mudança de posicionamento do governo em relação ao imposto, enquanto outras celebraram o fim da cobrança. O debate virtual dividiu usuários entre críticos da gestão e apoiadores da decisão.
Dados de apoio e críticas
Relatos de internautas indicam que a medida é vista por parte do público como benefício direto ao consumidor, aumentando a disponibilidade de produtos importados. Ao mesmo tempo, há participação de usuários que questionam impactos fiscais e de proteção à indústria nacional.
Avaliação interna
Integrantes do Planalto avaliam que a taxa das blusinhas se tornou símbolo de desgaste político junto a parcelas da população. Segundo relatos, o ministro da Secom defende internamente o afastamento dessa sinalização para reduzir danos antes das eleições de 2026.
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