O Palácio do Planalto não fará o recolhimento de moedas lançadas nos espelhos d’água que cercam a Presidência. A decisão, anunciada após nova regulamentação, vale para as residências oficiais. A motivação envolve proteção da fauna, dificuldades operacionais e economia de recursos públicos.
Segundo a Casa Civil, a coleta seria arriscada do ponto de vista ambiental, pois exigiria esvaziar as estruturas e realocar a fauna aquática. Além disso, o custo operacional supera o valor arrecadado, considerado ínfimo até o momento.
Historicamente, turistas e visitantes costumam depositar moedas no Alvorada e no Planalto. Em dezembro de 2024, uma portaria autorizou a coleta com destino ao Tesouro em até 60 dias, mas o governo informou que não houve nenhuma coleta desde o início do mandato.
O que diz a portaria de 2024
- Define diretrizes para coleta e destinação das moedas lançadas nos espelhos d’água dos Palácios da Presidência.
- Valores recolhidos devem ir aos cofres da União em até 60 dias após a arrecadação.
- Moedas sem circulação ou de interesse histórico devem seguir ao Museu de Valores do BC do Brasil em até 60 dias.
- Moedas estrangeiras são convertidas em moeda nacional, quando possível, pela área responsável.
- A coleta no Planalto fica a cargo do setor de recursos logísticos; nas Residências Oficiais, pela área administrativa.
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