O procurador-geral interino Todd Blanche defendeu na terça-feira um novo programa de 1,8 bilhão de dólares criado para compensar pessoas que alegam maus-tratos por parte do governo federal. A fala ocorreu durante uma audiência no Senado, em meio a críticas de (Republicanos e Democratas). O governo diz que o fundo será aberto a diversas pessoas, não apenas a apoiadores de Trump.
Blanche afirmou que o fundo não tem limitações quanto às reivindicações e que analisaria casos de variados perfis, não se restringindo a supostas injustiças sob a administração Biden. Questionado sobre possíveis beneficiários ligados a doadores da campanha de Trump, ele respondeu que eles poderiam pleitear valores. Também mencionou a possibilidade de Hunter Biden se candidatar.
O acordo divulgado na segunda-feira envolve a retirada de uma ação de 10 bilhões de dólares contra a Receita Federal, após vazamento de informações da declaração de imposto de renda do presidente. Além disso, foram removidas duas reivindicações de 230 milhões de dólares relacionadas a investigações do FBI envolvendo Trump e associados. Em contrapartida, o governo federal criou um fundo de 1,776 bilhão para supostos danos causados pela “weaponização” de administrações Democratas.
Na terça-feira, o Departamento de Justiça divulgou discretamente uma adenda aos termos do acordo, que impede a Receita de conduzir auditorias fiscais ou apresentar novas ações contra Trump, seus filhos Eric e Donald Trump Jr., e a Trump Organization. A nota não detalha impactos adicionais nem prazos, mantendo o foco na relação entre as partes e no funcionamento do novo fundo.
Detalhes do acordo e próximos passos
- O governo afirma que o fundo visa reparar vítimas de supostas ações políticas.
- O processo envolve mudanças em investigações anteriores e a cessação de ações legais específicas.
- As autoridades reiteram que a medida não é direcionada a um grupo único, mas a casos diversos.
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