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Lula lidera Flávio Bolsonaro por 7 pontos em provável 2º turno, diz AtlasIntel

AtlasIntel aponta Lula à frente de Flávio Bolsonaro em segundo turno, 48,9% a 41,8%, com o escândalo do Master influenciando a pré-candidatura

Pesquisa já mostra impactos das revelações do escândalo do Banco Master na pré-candidatura de Flávio Bolsonaro
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera em simulações de segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para as eleições presidenciais de 2026, aponta a pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (19/05). O levantamento é o primeiro desde a divulgação de áudios entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

A pesquisa foi realizada com 5.032 respondentes entre 13 e 18 de maio, com margem de erro de um ponto percentual. Os áudios foram tornados públicos em 13 de maio. No cenário de segundo turno, Lula chegou a 48,9%, ante 41,8% de Flávio Bolsonaro.

Lula subiu 1,4 ponto percentuais em relação ao levantamento de abril. Flávio caiu seis pontos após a divulgação do áudio, e houve alta de 4,6 pontos percentuais nos indecisos ou votos nulos, chegando a 9,3%.

A rejeição a Flávio Bolsonaro aumentou dois pontos, atingindo 52%. Ele continua sendo o candidato com maior parcela de eleitores que não votariam nele de jeito nenhum, seguido por Lula, com 50,6%.

Rejeição e percepção sobre o caso Master

A pesquisa mostra que o medo de vitória de Flávio é maior que o temor de reeleição de Lula, em parte impulsionado pela divulgação do caso Master. O receio de vitória de Flávio subiu 2 pontos; o temor pela reeleição de Lula caiu quase 7 pontos em um mês.

De acordo com a Bloomberg, antes da divulgação dos áudios, o escândalo pesava mais sobre Lula, com percepção de maior envolvimento de seus aliados. Agora, 43% dos entrevistados atribuem as fraudes ao grupo de Bolsonaro, enquanto 33% apontam para aliados de Lula.

Entre quem disse conhecer as mensagens vazadas, 55% veem os áudios como evidência de investigação legítima; 33% entendem como uma tentativa de prejudicar Flávio Bolsonaro.

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