O ato ocorreu em Curitiba e reuniu Flávio Bolsonaro, apoiadores do PL e do Novo para apresentar a chapa de apoio a Sérgio Moro e Deltan Dallagnol no Paraná. A iniciativa acompanha a pré-campanha de Flávio à Presidência e envolve disputas ao Senado em 2026.
Dallagnol enfatizou mudanças nas regras de impeachment de ministros do STF e destacou o legado da Lava Jato, afirmando que a operação ganhou força em Curitiba, mas perdeu fôlego ao aproximar-se de autoridades da Corte. O objetivo é ampliar ganhos institucionais.
Filipe Barros ressaltou o papel de Flávio na articulação com o governo dos Estados Unidos para classificar PCC e CV como organizações terroristas. O deputado indicou que a meta é garantir proteção às famílias brasileiras e projetar o retorno de Jair Bolsonaro à Presidência.
Sérgio Moro destacou a mobilização dos apoiadores presentes e vinculou sua candidatura ao histórico da Lava Jato no estado. O senador elogiou a atuação de Flávio na cooperação internacional envolvendo o PCC e o CV e contestou declarações do governo sobre o tema.
Flávio Bolsonaro encerrou o encontro com tom eleitoral, afirmando ter conversado com Jair Bolsonaro pela manhã e ter recebido orientações para a pré-campanha. O senador manteve o discurso de repressão a organizações criminosas e apontou pressões políticas ao PT.
A organização do evento integra a estratégia de reforço de pautas anticorrupção e segurança pública associadas ao bolsonarismo. A agendas de apoio tem ganhado espaço após polêmicas envolvendo o fundador do Banco Master e demais episódios na esfera política.
Nos arredores, assessores discutem a importância de manter a base bolsonarista mobilizada. Receptivos em aeroportos, simpatizantes acompanharam etapas da viagem de Flávio após uma passagem pelos EUA, buscando ampliar a visibilidade da pré-candidatura.
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