Jay Clayton, escolhido por Donald Trump para chefiar a inteligência nacional, passou os últimos 14 meses como procurador dos EUA em Manhattan. Anteriormente, atuou como o principal fiscal de Wall Street durante o primeiro mandato de Trump.
Clayton alternou entre prática privada de Direito e serviço público. Foi sócio do escritório Sullivan & Cromwell ao ser indicado para o cargo de procurador em Manhattan. Sua gestão à frente da Securities and Exchange Commission, na primeira gestão de Trump, teve viés pró-empresa, com ações de fiscalização envolvendo ativos digitais.
Entre os casos de maior relevância sob a atuação do escritório de Manhattan, destaca-se a investigação em curso sobre Nicolás Maduro, capturado por forças americanas e levado a Manhattan para enfrentar acusações de importação de cocaína e outras, com Maduro sem admitir culpa. No mês passado, Clayton apresentou acusações contra o comandante de uma milícia apoiada pelo Irã, suspeito de planejar ataques a locais judeus nos EUA, incluindo uma sinagoga em Nova York, além de operações na Europa relacionadas à retaliação iraniana. O caso federal envolvendo Luigi Mangione, acusado de homicídio do CEO da UnitedHealthcare em 2024, também está sob visão do tribunal; Clayton está afastado do caso, que é conduzido por sua substituta.
Entre na conversa da comunidade