Márcio França retomou as conversas para disputar o governo de São Paulo, afirmando que sua candidatura poderia viabilizar um segundo turno. Emissários dele já sondaram lideranças do PT estaduais na semana passada.
A mobilização ganhou força após as desistências de Paulo Serra (PSDB) e Kim Kataguiri (Missão). A expectativa é de que, com Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) como candidatos competitivos, apenas um turno seja provável sem novas candidaturas relevantes.
Especialistas avaliam que a entrada de França poderia dividir votos de Tarcísio, aumentando as chances de um segundo turno. França costuma adotar tom combativo em debates e nas redes sociais.
Além disso, o cenário pode impactar a chapa ao Senado. França, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) aparecem hoje com possibilidades de configuração para duas vagas.
Nesse contexto, a possibilidade de aliança informal entre Tebet e Marina surge como parte das negociações internas. A ideia seria alinhar candidaturas e estratégias para evitar sobreposição de candidaturas no estado.
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