O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, por meio de sua assessoria, que não participará do debate presidencial promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º).
O encontro será o último debate entre os candidatos à presidência da República antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo (4). A transmissão será feita ao vivo dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com mediação do jornalista César Tralli. O início está previsto para as 21h30, após o Jornal Nacional.
Estão confirmados no debate Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo).
O programa terá quatro blocos de perguntas e respostas, além das considerações finais. Dois blocos terão temas previamente definidos, enquanto os outros dois serão de tema livre.
Pelas regras, o candidato que fizer a pergunta terá dois minutos para dividir entre a formulação da questão e a réplica. Já o candidato que responder terá três minutos para administrar entre a resposta e a tréplica.
Após confirmar que Lula não participaria do debate, a campanha informou que ele vai comparecer ao Flow Podcast, às 20h45 – também na quinta-feira à noite.
TSE garante participação do Novo em debates
Uma liminar do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, concedida nesta terça-feira (29), determinou a inclusão do Novo entre os partidos que cumprem o requisito de representação parlamentar necessário para ter participação assegurada em debates eleitorais. A decisão garante a presença de Romeu Zema no debate da TV Globo desta quinta-feira (1º).
A determinação do ministro atendeu a um pedido do Diretório Nacional do Novo. Nunes Marques determinou ainda que as emissoras de rádio e televisão sejam comunicadas da decisão.
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Missão também aciona TSE
Assim como o Novo, o Missão, partido de Renan Santos, também acionou o TSE para tentar garantir a participação do candidato no debate desta quinta-feira (1º).
Na ação, o partido sustenta que a TV Globo, ao convidar Renan para outros encontros, sabatinas e entrevistas ao longo da campanha, teria criado uma “legítima expectativa de participação” no último debate antes do primeiro turno.
O pedido também afirma que as regras encaminhadas pela emissora ao TSE preveem a possibilidade de convite ao candidato mais bem colocado nas pesquisas caso algum dos participantes com presença assegurada desista. Segundo o Missão, essa hipótese teria se concretizado com a ausência de Lula, confirmada nesta quarta-feira (30).
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