As defesas dos acusados de planejar um golpe de Estado no Brasil são compostas por advogados renomados e outros menos conhecidos. Entre os denunciados está o ex-presidente Jair Bolsonaro, que contratou o criminalista Celso Vilardi para coordenar sua defesa no Supremo Tribunal Federal (STF). Vilardi tem uma carreira extensa, incluindo a defesa do ex-tesoureiro do […]
As defesas dos acusados de planejar um golpe de Estado no Brasil são compostas por advogados renomados e outros menos conhecidos. Entre os denunciados está o ex-presidente Jair Bolsonaro, que contratou o criminalista Celso Vilardi para coordenar sua defesa no Supremo Tribunal Federal (STF). Vilardi tem uma carreira extensa, incluindo a defesa do ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, no caso do mensalão. Ele criticou a invasão das sedes dos Três Poderes em janeiro de 2023 e já se manifestou contra o governo Bolsonaro em diversas ocasiões.
O general Walter Braga Netto também trocou de advogado após sua prisão, optando por José Luis de Oliveira Lima, conhecido como Juca, que já defendeu o ex-ministro José Dirceu. Juca é um criminalista respeitado e, apesar de sua ligação com figuras do PT, afirma não ter identificação partidária. O ex-comandante da Marinha, Almir Garnier, é defendido pelo ex-senador Demóstenes Torres, que teve seu mandato cassado por envolvimento em escândalos.
O tenente-coronel Mauro Cid é representado pelo advogado Bitencourt, que, apesar de criticar a delação premiada, fechou um acordo de colaboração em favor de seu cliente. O ex-ministro da Justiça Anderson Torres é defendido por Novacki, que tem laços com a política e assumiu a defesa após os eventos de 8 de janeiro. Por fim, o ex-chefe do GSI Augusto Heleno e o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira também têm advogados com experiências relevantes em suas áreas, refletindo a complexidade e a gravidade das acusações que enfrentam. O julgamento está agendado para a próxima terça-feira, 25.
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