Stevia, adoçante natural, ganha espaço no cotidiano brasileiro em substituição ao açúcar. A discussão aponta benefícios na redução de calorias e no controle de glicose, especialmente para diabéticos e indivíduos com sobrepeso. A pauta reúne informações de especialistas e pesquisas sobre uso diário.
Especialistas destacam que 1 g de stevia pode substituir entre 200 e 300 g de açúcar, o que facilita a redução calórica sem perder doçura. Recomenda-se moderação e acompanhamento com nutricionista para evitar efeitos indesejados.
A indústria informa que a stevia resiste a altas temperaturas, mantendo propriedades sem deixar sabor residual. O adoçante em pó é indicado para preparações quentes; o líquido é recomendado para sucos. A prática depende de dosagem adequada.
Entre os benefícios citados estão auxílio ao emagrecimento, regulação do apetite e possível queda de níveis de açúcar no sangue. A stevia costuma manter o HDL estável em preparações assadas, até 200ºC, quando usada com moderação.
Dados de pesquisa indicam adoção crescente na América do Sul. Estudo da Ingredion aponta que 58% dos consumidores veem a stevia como melhor alternativa ao açúcar. Estudos destacam Reb M, composto não calórico, com impacto ambiental menor.
A Reb M, obtida por fermentação, pode reduzir o uso de açúcar e oferecer sabor limpo. A técnica de bioconversão é apontada como mais econômica e menos poluente que a extração tradicional. Especialistas ressaltam potencial para alimentos com menos adição de açúcares.
Fontes consultadas:
- Nutricionista Renata Branco
- Líder regional da Ingredion, Rafaela Manso
Considerações sobre o caminho da substituição
A mudança depende do contexto alimentar individual e de orientação profissional. A stevia aparece como opção viável para quem busca reduzir calorias sem abrir mão do sabor. Mais estudos ajudam a entender limites e benefícios a longo prazo.
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