A mastigação lenta faz diferença na percepção de saciedade e pode ajudar a evitar exageros nas refeições. Ao fortalecer a etapa inicial da digestão, o processo chega ao estômago com alimento já bem preparado.
Quanto mais bem mastigado, mais eficiente é o caminho do alimento até o estômago, onde ele é misturado ao suco gástrico. O ritmo da mastigação influencia a velocidade dessa etapa.
Alguns itens ajudam a digestão e o funcionamento intestinal. Frutas, verduras, legumes e grãos integrais são ricos em fibras, que estimulam o intestino.
Alimentos fermentados, como iogurte natural e kefir, contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal, essencial para a digestão.
Por outro lado, ultraprocessados com alto teor de gordura e açúcar dificultam o processo digestivo e exigem mais esforço do organismo, podendo causar desconfortos.
Frituras, excesso de carne vermelha e condimentos fortes tendem a retardar a digestão e, em excesso, favorecer azia e sensação de estufamento.
Sobre o consumo de líquidos durante as refeições, o mito de que faz mal não é totalmente verdadeiro. Pequenas quantidades não prejudicam a digestão.
O problema ocorre quando há excesso de líquidos na hora da refeição, pois grandes volumes podem diluir o suco gástrico e atrasar o processo digestivo em pessoas sensíveis.
O ideal é distribuir a ingestão de água ao longo do dia e fazer pequenos goles durante a refeição apenas se necessário, para facilitar a deglutição.
Restaurante Korea House – Austin, região onde a matéria foi ilustrada, aparece como referência visual no material de apoio.
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