Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Entenda por que o cérebro congela ao tomar sorvete

Dor no céu da boca, não no cérebro: dor referida envolve o nervo trigêmeo; é inofensiva e pode ser evitada ao consumir sorvete lentamente

Ilustração cômica de uma casquinha de sorvete navegando numa canoa por entre icebergs.
0:00
Carregando...
0:00

O fenômeno conhecido como “cérebro congelado” ocorre quando ingerimos algo muito frio e a dor se manifesta no céu da boca, não no cérebro. A evidência indica que o palato entra em contato com o frio, levando a uma reação vascular local que envolve contração e posterior dilatação.

Essa reação ativa o nervo trigêmeo, que envia sinais de dor ao rosto. O cérebro, por sua vez, interpreta a dor como se viesse da testa ou da região atrás dos olhos, gerando a sensação conhecida. Trata-se de dor referida.

A intensidade e a duração dependem da área de contato e da velocidade de consumo. Enxaquecas aumentam a sensibilidade. O episódio é passageiro, sem danos cerebrais ou vasculares, segundo médicos especializados.

Para evitar, recomenda-se consumir gelados com calma e evitar que entrem direto em contato com o palato. Em caso de ataque, pressionar a língua contra o céu da boca ajuda a aquecer a região.

Como reduzir o risco

  • Comer devagar e em pequenas mordidas evita contato muito amplo com o palato.
  • Filtrar temperaturas muito baixas por alguns segundos pode diminuir a chance de calamidade temporal.
  • Quem possui enxaqueca ou maior sensibilidade pode ter maior propensão ao desconforto.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais