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Barrinha de proteína: quanto é saudável consumir?

Barrinhas de proteína ajudam na ingestão de proteínas e na saciedade, desde que a qualidade seja boa; não substituem refeições

Marta Masdeu Navarro/Shutterstock
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Barrinhas de proteína ganharam espaço na rotina de quem busca praticidade e aumentar a ingestão de proteína. O snack evoluiu, ganhou sabores variados e passou a ser opção rápida para acompanhar a alimentação pós-treino.

A ideia é facilitar o dia a dia: barrinhas podem substituir um lanche nos momentos corridos, desde que utilizadas com qualidade nutricional adequada. Elas ajudam a manter a massa muscular, aumentar a saciedade e evitar escolhas menos saudáveis quando bem escolhidas, segundo a nutricionista Rejane Prado, do hospital Mantevida.

Não substituem refeições completas. O papel das barrinhas é complementar a alimentação, contribuindo para a manutenção e recuperação muscular. A escolha de produtos com boa composição é essencial para obter esses benefícios sem excessos.

Cuidados na hora da compra

A especialista aponta que a quantidade consumida importa tanto quanto a qualidade do alimento. Fatores como teor de proteína, calorias, açúcar e gordura devem ser avaliados para evitar excedentes ou desequilíbrios.

Em dias de treino intenso, as barrinhas podem facilitar a ingestão de proteína sem depender de grandes preparos. Porém, a orientação é ajustá-las ao conjunto da dieta e às necessidades individuais.

Para quem busca incorporar esse snack, vale conferir rótulos, comparar marcas e priorizar opções com menos adição de açúcares e ingredientes artificiais. A diversificação de fontes proteicas continua sendo recomendada.

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