O nutricionista Diego Righi orienta sobre como ler o rótulo de farinhas antes da compra. O foco é compreender fibra e proteína para escolher opções mais adequadas ao consumo diário, segundo ele.
A recomendação vale para diferentes tipos de farinha disponíveis no mercado. O rótulo deve apresentar a quantidade por 100 gramas, apresentação obrigatória no Brasil, facilitando a comparação entre marcas.
Segundo Righi, para uso frequente prefira farinhas com maior teor de fibra, principalmente as de leguminosas como grão-de-bico, que costumam ter mais fibra que arroz, mandioca ou amidos refinados.
Quanto à proteína, o nutricionista indica verificar a quantidade, especialmente quando a farinha é usada em pães, panquecas, tortas ou bolos. Grão-de-bico costuma ter mais proteína que variedades como arroz ou amido.
Outros nutrientes relevantes incluem sódio, açúcares adicionados, gordura saturada, ferro e ácido fólico. Farinhas simples tendem a ter sódio baixo; misturas prontas podem ter sal, fermentos ou aditivos.
Sobre açúcar, o ideal é optar por farinhas sem adição de açúcar, especialmente em misturas para bolos, panquecas e empanados. A leitura cuidadosa ajuda a evitar itens com açúcares escondidos.
A fortificação com ferro e ácido fólico varia conforme a base da farinha. Farinhas de trigo e milho costumam ter enriquecimento obrigatório, enquanto arroz, mandioca e grão-de-bico nem sempre possuem. Observe o rótulo.
A lista de ingredientes também oferece orientação. Para farinhas simples, procure apenas um ingrediente, como farinha de arroz ou de grão-de-bico. Misturas devem ser checadas quanto a açúcares, gorduras e sal.
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