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Anvisa manda apreender lote falsificado de toxina botulínica

Fabricante encontrou irregularidades nos frascos, na validade e nas embalagens; venda e uso estão proibidos

Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) (Créditos: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Um novo lote do medicamento Dysport, produzido à base de toxina botulínica e utilizado como neuromodulador, teve a apreensão determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida publicada nesta segunda-feira (19) no Diário Oficial da União atinge as unidades identificadas pelo número 025155.

Em nota, a Anvisa informou que a própria detentora do registro do produto, Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda., identificou unidades do lote com características divergentes das do medicamento original.

Segundo a empresa, além da data de validade incorreta, o frasco possui formato diferente do genuíno e o código de barras corresponde ao lote nº W26232. Foram identificados ainda problemas relativos ao rótulo da caixa de embalagem secundária.

A decisão ocorre menos de um mês após a Anvisa determinar a apreensão de outros três lotes falsificados do Dysport 500U. Em 21 de setembro, a agência proibiu a comercialização, distribuição e utilização dos lotes P08191, P08192 e P22368, que não foram reconhecidos pela fabricante.

A Anvisa alerta que medicamentos falsificados não oferecem garantias sobre sua origem, composição ou qualidade.

A orientação é não utilizar, vender ou distribuir os produtos e comunicar a identificação de unidades suspeitas à agência ou aos órgãos locais de vigilância sanitária.

(Com informações da Agência Brasil)

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