Um estudo avaliou o tempo de duração do sexo entre 500 casais heterossexuais em quatro países diferentes. O levantamento mediu apenas o intervalo entre penetração vaginal e ejaculação, excluindo as preliminares.
A média registrada foi de 5 minutos e 24 segundos. A variação foi grande, indo de 33 segundos até 44 minutos, ou seja, 80 vezes a diferença entre os extremos. A pesquisa durou quatro semanas.
Casais que usaram preservativo não apresentaram diferença relevante no tempo médio em relação aos que não usaram. A circuncisão também não influenciou a duração. Já a idade dos parceiros reduziu o tempo conforme o casal envelhecia. Turquia apresentou a menor média, 3 minutos e 42 segundos. Participaram Holanda, Espanha, Reino Unido e EUA.
Tempo considerado normal e outros dados
A percepção de normalidade varia conforme padrões. Ao fim dos anos 1940, metade dos homens tinha duração média de apenas dois minutos. Estudos mais recentes sugerem que a média fica entre 5 e 10 minutos. Quando a relação ultrapassa 20 minutos, já é visto por muitos como acima do desejado.
Outra pesquisa aponta que o tempo de duração do ato pode ter maior relação com o orgasmo feminino do que as preliminares. Um estudo com 2.360 mulheres tchecas, publicado em 2009, relaciona duração do ato à probabilidade de orgasmo mais do que as fases iniciais.
Conteúdo originalmente publicado em Exame.com.
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