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Destruição à beira-mar marca o episódio 4 de O Mar Não Está Pra Peixe

Saneamento deficitário e ocupação costeira elevam a poluição marinha, comprometendo praias, manguezais e a vida oceânica

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O quarto episódio da série O Mar Não Está Pra Peixe analisa como a ação humana em terra firme afeta os ecossistemas marinhos. A poluição começa na beira do litoral e atinge a vida marinha, reduzindo a balneabilidade das praias e ameaçando a biodiversidade.

Mais da metade da população brasileira vive próximo ao litoral, e quase 48% do esgoto gerado no país não é tratado. Esses resíduos chegam aos oceanos por rios, emissores submarinos e descargas diretas, comprometendo a qualidade da água e a saúde de peixes, moluscos e aves.

A ocupação desordenada da costa intensifica impactos sobre manguezais, áreas de reprodução e pesca. O episódio destaca como políticas públicas, saneamento e gestão costeira são determinantes para reduzir danos a longo prazo.

Destruição à beira-mar

O quarto episódio do podcast O Mar Não Está Pra Peixe traz relatos sobre a degradação de ecossistemas costeiros e seus efeitos sobre comunidades que dependem da pesca e do turismo. A produção é do Jornal da USP, com apoio do Instituto Serrapilheira, e já está disponível no site da instituição e nas plataformas de áudio.

A série, com cinco episódios, aborda aquecimento global, pesca, poluição plástica, áreas protegidas e metas de sustentabilidade da ONU para o ambiente marinho. Os temas seguem uma linha de análise de impactos, desafios e caminhos para a proteção oceânica.

A publicação acontece a cada 15 dias. O episódio 4 foi lançado em 15 de agosto, mantendo o calendário com episódios seguintes programados para 29 de agosto.

Os espectadores podem acompanhar o conteúdo no portal do Jornal da USP, bem como nas principais plataformas de áudio, sem custos. O objetivo é situar o público sobre a relação entre ações locais e consequências globais para os oceanos.

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