O1: A OMS divulgou um parecer que não encontrou relação de causalidade entre vacinas e autismo, após revisar 31 estudos de diversos países publicados entre 2010 e 2025. A conclusão vale para vacinas usadas na infância e na gravidez, incluindo aquelas que contêm alumínio ou tiomersal.
O2: O comitê consultivo avaliou dados de saúde global e manteve o veredito de que as vacinas não causam transtornos do desenvolvimento neurológico. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou que imunizações salvam vidas e ajudam a reduzir a mortalidade infantil.
O3: Tedros ressaltou que, nos últimos 25 anos, a mortalidade de crianças com menos de cinco anos caiu de 11 milhões para cerca de 4,8 milhões anuais, com as vacinas sendo a principal razão dessa melhoria. A OMS realiza, desde 2002, novas análises sobre o tema em intervalos regulares.
Contexto e dados
O parecer analisa 31 estudos realizados em múltiplos países, cobrindo períodos de 2010 a 2025. A avaliação incluiu vacinas que utilizam tiomersal como conservante e adjuvantes à base de alumínio. Mesmo com esses componentes, não houve evidência de relação com autismo.
Panorama internacional
A divulgação coincide com o momento em que o CDC dos EUA passou a veicular, publicamente, uma teoria sobre vínculos entre vacinas e autismo. A OMS mantém o posicionamento de que não há causalidade comprovada entre imunização e transtornos do desenvolvimento.
Observações finais
A OMS reforça que as informações são baseadas em evidências científicas atualizadas e revisadas por especialistas. A instituição continua monitorando a segurança vacinal para orientar políticas de saúde pública.
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