O eclipse lunar total programado para 3 de março de 2026 promete transformar o nosso satélite na conhecida “Lua de Sangue”. O evento ocorrerá no planeta Terra, com o Japão, África e Oceania em observação privilegiada, e o Brasil com visão parcial. A Lua estará na fase cheia quando o alinhamento acontece, proporcionando um fenômeno visível durante a noite.
Durante o eclipse, a Terra bloqueia a luz direta do Sol. Nossa atmosfera funciona como lente, filtrando cores azuis e espalhando a luz vermelha para a Lua. O resultado é um tom avermelhado, reflexo de múltiplos crepúsculos ocorrendo ao mesmo tempo.
Por que “Sangue” aparece
A tonalidade depende da atmosfera terrestre. Um vermelho mais intenso pode indicar menos partículas na atmosfera; tom mais escuro sugere maior quantidade de poeira, poeira vulcânica ou poluentes na estratosfera.
O que observar no Brasil
O Brasil terá visão parcial do fenômeno. A região Oeste do país tende a ver melhor o eclipse do que áreas ao leste, onde a observação pode ficar quase imperceptível. Estados como Rio Grande do Norte, Paraíba e Rio de Janeiro terão menor visibilidade.
Segurança durante o fenômeno
Ao contrário do eclipse solar, o lunar é seguro para os olhos e não exige filtros. Para fotografar, técnicas de modo noturno e zoom óptico em smartphones ajudam a capturar o fenômeno sem risco.
Detalhes do alinhamento
Para ocorrer, Sol, Terra e Lua devem se alinhar exatamente durante a Lua Cheia. Em 2026, esse alinhamento favorecerá o Pacífico como o melhor palco mundial para observar o fenômeno.
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