A nova pesquisa busca entender como redes de fungos subterrâneas influenciam a criação de woodland. O estudo ocorre em Wild Haweswater, Cumbria, como parte do compromisso de ampliar cerca de 260 mil hectares de novas florestas na Inglaterra.
Os cientistas vão analisar se microrganismos do solo podem favorecer a sobrevivência de árvores de forma estável entre diferentes sítios. A equipe utiliza amostras do solo para identificar os tipos de micorrizas presentes.
Segundo Dr. Mo Verhoeven, cientista-chefe de conservação do RSPB, Cumbria foi escolhida pela transição de fungos que alimentam árvores para formas mais comuns em pastagens há séculos. A relação micorrízica fortalece raízes, nutrientes e água.
O programa de restauração paisagística é liderado pela Cumbria Connect, em parceria com o RSPB, o proprietário de terras United Utilities e a SPUN (Sociedade para Redes Subterrâneas de Conservação).
Entre na conversa da comunidade