O estudo americano com 429 participantes analisou como pensar em diferentes tipos de álcool pode alterar o humor, atuando como um gatilho para certos estados mentais, mesmo sem consumo. Os pesquisadores buscavam entender a influência das associações coletivas sobre a percepção de cada bebida.
Na primeira fase, publicada na revista Young Consumers, os voluntários, todos sob efeito zero, explicaram as imagens que associavam a tequila, ao whisky e ao vinho. Em seguida, receberam palavras para associar a cada bebida.
Os resultados mostraram padrões distintos: a tequila foi associada a diversão e festa; o whisky, a termos como forte, robusto, autoconfiante e masculino; o vinho remeteu a elegância e refinamento. Segundo o estudo, o tipo de bebida anunciado funciona como sinal simbólico antes do consumo.
Pesquisas futuras
Pesquisas adicionais devem investigar como esses mecanismos se formam conforme idade e contexto social. A expectativa é orientar campanhas de prevenção mais direcionadas, com base nesses padrões de percepção. Os pesquisadores pretendem aprofundar a análise para embasar intervenções públicas.
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