O treinamento físico é essencial para a preparação de astronautas. Em Artemis II, agências como Nasa e Esa adotam protocolos rigorosos para enfrentar a ausência de peso, a radiação e o estresse de uma missão.
Na prática, o corpo passa por um ano de treino intenso antes do embarque. O objetivo é manter massa muscular, densidade óssea e condicionamento cardiovascular frente à microgravidade.
O uso de ambientes simuladores é central. Piscinas com flutuabilidade neutra e voos parabólicos criam condições de ausência de peso para treinos específicos.
Além disso, a preparação inclui rotina diária de exercícios em órbita, com equipamentos adaptados, como esteiras com cintos de fixação e aparelhos de resistência.
Treinamento muscular e resistência
Para evitar o enfraquecimento, os astronautas executam musculação com cargas elevadas e treinos aeróbicos, priorizando a coluna e os membros inferiores.
Mesmo com exercícios a bordo, a perda muscular ainda ocorre, embora em menor escala, exigindo disciplina contínua durante missões.
O treino de equilíbrio também é aplicado na Terra, com estímulos que desafiam o ouvido interno, preparando o corpo para a sensibilidade sensorial em microgravidade.
Adaptação sensorial e equilíbrio
Ao enfrentar a ausência de gravidade, o cérebro precisa se adaptar a sinais diferentes de equilíbrio, reduzindo desorientação e enjoo nos primeiros dias de missão.
Técnicas de treino incluem o uso de giroscópios humanos e cadeiras rotatórias, simulando cenários que o corpo encontrará no espaço.
Ao final, o conjunto de protocolos busca manter a saúde física da tripulação, ampliando as chances de sucesso de operações em missões prolongadas.
Entre na conversa da comunidade