O Grupo Diamante avança na diversificação, mirando o setor nuclear e a exploração de minerais críticos. A estratégia busca atender à crescente demanda global por insumos da transição energética, com foco em três frentes: minerais estratégicos, microrreatores e irradiação de alimentos.
A empresa coordena as ações pela holding NBEPar (Núcleo Brasil Energia Participações). Em parceria recente com a Uranium One Group JSC, subsidiária da Rosatom, forma a Nadina Minerals para exploração de minerais no Brasil.
Mineração e minerais críticos
A Diamante já solicitou áreas à ANM em estados como Bahia e Paraná, iniciando estudos. O objetivo principal é minerais críticos, com eventual exploração de urânio conforme a lei permitir. O foco é ampliar o portfólio de ativos.
Microrreatores nucleares
Em cooperação com a Finep e um consórcio de universidades, a Diamante participa do desenvolvimento do Microrreator Nuclear Brasileiro, com capacidade de 5 MW. O equipamento visa atender sistemas isolados de energia.
Irradiação de alimentos
A terceira linha envolve irradiação de alimentos, técnica adotada em cerca de 60 países para aumentar durabilidade e segurança. O grupo destaca o Brasil como grande produtor de alimentos com potencial exportador.
Entre na conversa da comunidade