Mission Control da NASA apresenta uma sala remodelada onde a equipe acompanha a missão Artemis II. Desktops com sinais neon azul e consoles monitoram um subsystema do veículo que levará a tripulação. A sala é o núcleo das operações e de decisões em tempo real.
No centro, o flight director define as ações para a execução da missão, enquanto a solução de problemas ocorre no momento. O contato com a tripulação é feito pelo capsule communicator, que costuma ser um astronauta a bordo da cápsula.
Uma nova estação de trabalho aparece no espaço de controle: a área de Science, criada para colaborar com os astronautas durante o sobrevoo lunar. Roteiros de operação são transmitidos entre as equipes e os astronautas.
Três telas gigantes alternam entre dados de voo e as imagens de diferentes câmeras da espaçonave. No topo, o timer registra o tempo até marcos críticos, como a distância recorde de Apollo 13, o início do sobrevoo lunar e o retorno ao Oceano Pacífico.
As paredes exibem cartazes e distintivos de missões passadas, enquanto entre monitores, cabos e teclados convivem itens comuns de escritório, como lanches e garrafas de água.
A missão ocorre em um novo espaço de controle, com móveis diferentes do legado da era Apollo. Mesas de madeira substituem gabinetes verdes, e itens como cinzeiros e telefones rotatórios foram eliminados.
Ainda assim, a estrutura básica permanece, segundo Judd Frieling, flight director da Artemis II. Ele explicou que qualquer veículo espacial exige sistemas semelhantes, como propulsionamento e navegação, para que a missão tenha sucesso.
Frieling ressaltou que a equipe está fortalecendo a herança iniciada na Apollo era, com evolução observada ao longo dos programas Space Shuttle e ISS, avançando agora com Artemis.
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