Um filhote de macaco, rejeitado pela mãe logo após o nascimento, recebe cuidados intensivos no Zoológico de Guadalajara, no México. Yuji, da espécie Erythrocebus patas, passou a dormitar agarrado a um cão de pelúcia desde os primeiros dias de vida. O centro veterinário o encaminhou para criação assistida.
Pesando pouco mais de 500 gramas, Yuji é mantido em uma rotina controlada para garantir o seu desenvolvimento. O brinquedo de pelúcia funciona como uma mãe substituta, segundo o veterinário responsável pelos primatas. A higiene é assegurada pela troca regular de brinquedos.
A alimentação é líquida, com leite reforçado, oferecida várias vezes ao dia. A cada semana, a equipe avalia o ganho de peso e a estabilidade do filhote. A expectativa é que, aos seis meses, ele possa começar a transição para sólidos.
A presença do brinquedo ajuda a reduzir o estresse e a promover movimentos, tornando o ambiente mais seguro para Yuji enquanto ele se prepara para conviver com outros macacos.
Debate
Histórias como Yuji geram debate sobre a prática de criação assistida em zoológicos. Ativistas defendem o direito de os animais nascerem e viverem em ambiente natural. Especialistas, porém, apontam que a intervenção foi crucial para a sobrevivência do filhote.
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