O fenômeno El Niño, anunciado como potencialmente intenso, pode retornar em 2026. A previsão aponta maior probabilidade de ocorrência entre maio e julho, com impactos globais esperados.
Segundo o Climate Prediction Center da NOAA, a transição atual envolve fim da La Niña e fase neutra até cerca de abril a junho, seguida pela possível emergência de El Niño com 61% de chance. A duração prevista vai até o final de 2026.
O El Niño eleva a temperatura das águas superficiais do Pacífico e, quando forte, intensifica padrões climáticos globais. A explicação envolve alterações na circulação oceânica e atmosférica, com aquecimento acima da média.
Impactos regionais: efeitos variam por região. América Central, África Central e Austrália costumam enfrentar secas, enquanto áreas tropicais têm chuvas intensas e enchentes. A intensidade depende das condições de vento e oceanos.
No Brasil, o Norte e o Nordeste podem ter secas maiores, enquanto o Sul registra possibilidade de chuva acima da média. Mudanças climáticas ampliam incertezas sobre agricultura e abastecimento de água.
Alguns meteorologistas sugerem a possibilidade de um El Niño classificado como super, mais extremo, mas sem confirmação. O termo não é uma categoria oficial; ainda assim, os impactos podem ser relevantes.
O último ciclo classificado como super El Niño ocorreu em 2015-2016, com aquecimento no Pacífico acima de 2 °C e eventos climáticos intensos. Regiões tropicais enfrentaram calor extremo e chuvas, enquanto outras sofreram secas.
Novas atualizações devem refinar as estimativas sobre a chegada do Menino e sua intensidade nos próximos meses.
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