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Trump determina acelerar acesso a psicodélicos

Ordem executiva destina US$ 50 milhões para acelerar testes clínicos de psicodélicos, visando TEPT e acesso rápido a novos tratamentos

O presidente dos EUA, Donald Trump, assina decreto sobre terapia com psicodélicos no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC
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O presidente dos Estados Unidos assinou uma ordem executiva para acelerar o acesso a terapias com psicodélicos e destinou 50 milhões de dólares para financiar pesquisas clínicas. A medida pretende ampliar os testes de novos medicamentos para transtornos mentais, incluindo TEPT, com foco na aprovação mais rápida de tratamentos eficaz.

A assinatura ocorreu no Salão Oval, em Washington, durante uma cerimônia de divulgação oficial. A Casa Branca enfatizou que o objetivo é reduzir o tempo de desenvolvimento e facilitar a entrada de opções terapêuticas para pacientes, especialmente veteranos militares.

Trump indicou que, se os resultados forem positivos, os procedimentos de aprovação devem ser acelerados. A fala refletiu a expectativa de ampliar a disponibilidade de tratamentos que apresentem benefício real aos pacientes, conforme a administração norte-americana.

Contexto e objetivos da ordem

A ordem estabelece um trâmite mais ágil entre agências regulatórias e institutos de pesquisa, com contrapartida federal para ampliar financiamentos. O foco inicial é ampliar pesquisas sobre psicodélicos como possível tratamento para TEPT e outros transtornos mentais.

A iniciativa envolve figuras de destaque na área, incluindo representantes da saúde e da regulação de fármacos, que defendem a avaliação rigorosa das substâncias em ambientes clínicos controlados. A medida também foi acompanhada por debates sobre possíveis usos de substâncias como ibogaína.

Repercussões e próximos passos

Analistas ponderam que a expansão de pesquisas pode influenciar regulações futuras e abrir caminho para novas terapias. A avaliação depende de dados de ensaios clínicos, aprovação da FDA e monitoramento de riscos associados.

Fontes próximas ao governo apontam que a iniciativa visa atender demandas de pacientes com doenças mentais graves, incluindo veterans, sem desconsiderar normas de segurança. A expectativa é de que licenças e autorizações avancem conforme a evidência clínica.

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