A pesquisa, publicada na Lancet Public Health, aponta que a estação de pólen se estende por mais tempo devido às mudanças climáticas. A revisão envolve 65 cientistas de várias regiões. O estudo analisa a polinização de árvores comuns na Europa.
Entre 2015 e 2024, a polinização começou de uma a duas semanas mais cedo do que em 1991-2000, especialmente para bétula, alisca e oliveira. A alteração ocorre tanto no norte quanto no sul do continente.
Especialistas afirmam que ainda é necessário mais estudo para entender se a quantidade de pólen também aumenta e, assim, agrava os sintomas de rinite. A tendência, contudo, já preocupa pacientes.
A British política de saúde pública alerta que a extensão da temporada pode afetar milhões no Reino Unido. Sintomas comuns incluem comichão nos olhos, espirros e dores de cabeça.
Para quem sofre de rinite, não há cura, mas há tratamentos que aliviam. Médicos indicam uma abordagem combinada com anti-histamínicos, spray nasal com corticosteroide e colírios.
Profissionais de saúde enfatizam medidas preventivas: tomar banho ao chegar em casa, trocar de roupas, evitar cortar a grama e manter limpo o ambiente interno. Uso de filtros de ar pode ajudar.
Caso os sintomas estejam severos, o médico pode encaminhar para alergista. Em alguns casos, tratamentos de imunoterapia são considerados para reduzir a reação ao pólen.
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