O subtipo H3N2, associado à gripe K, continua respondendo pela maior parte dos casos de gripe no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, sete em cada dez diagnósticos pertencem a essa variante da influenza A. A comunicação pública destaca que a vacina disponível atua contra o H3N2 e pode reduzir casos graves e internações.
Em entrevista ao News das 19h, o infectologista Daniel Prestes ressaltou que o H3N2 apresenta maior capacidade de transmissão entre pessoas, o que explica a concentração de ocorrências observada no país. Ele também afirma que ainda não há dados consistentes indicando que esse vírus seja mais grave que outras gripe já conhecidas.
Vacinação como fator de contenção
A campanha de vacinação contra a gripe está aberta em São Paulo, com término previsto para 30 de maio e aplicação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde. A orientação é que qualquer pessoa tome a vacina, mas os grupos de maior risco são priorizados pela proteção.
Cuidados e sinal de alerta
Indivíduos com sintomas respiratórios devem permanecer em casa quando possível e usar máscara. Caso haja falta de ar ou febre persistente após três dias de tratamento, deve-se buscar atendimento médico imediato. As autoridades reforçam a importância da vacinação para reduzir quadros graves.
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