O lado oculto da Lua ganhou destaque após a missão Artemis II, da NASA, que sobrevoou a região e permitiu observar o território de perto. A manobra gerou dados e imagens para a equipe de astronautas a bordo e para os centros de controle na Terra.
A missão envolveu a agência espacial norte-americana, equipes de suporte e os astronautas a bordo, que realizaram observações diretas durante o sobrevoo. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre a geologia lunar e planejar missões futuras.
A operação ocorreu no contexto das atividades de exploração da Lua anunciadas pela NASA, com foco em entender a diversidade de regiões lunares e os impactos do bombardamento antigo. O sobrevoo ocorre em meio a estudos de mapeamento geológico.
Características do lado oculto
Ao contrário do que o nome sugere, o lado oculto não é escuro. Recebe luz solar e apresenta uma superfície distinta, com crateras e montanhas, diferente do lado visível.
A primeira revelação ocorreu em 1959, com a sonda Luna 3, abrindo caminho para o entendimento de que a face oposta é mais antiga e rochosa. A crosta do lado oculto é mais espessa e antiga que a da face voltada à Terra.
Algumas hipóteses apontam que a diferenciação se deve ao aquecimento inicial desigual entre as faces durante a formação da Lua. O lado oculto funciona como um arquivo geológico, retendo marcas de impactos antigos.
Desafios da exploração
Explorar o lado oculto é desafiador, pois a Lua pode bloquear comunicações com a Terra durante determinadas fases da órbita. Por isso, operações autônomas são fundamentais para coletar e transmitir dados.
Entre na conversa da comunidade