O Brasil discute os gargalos para ampliar a frota de ônibus elétricos, que hoje soma apenas 2% do total. O 3º Congresso Internacional da Mobilidade Elétrica e Baixo Carbono ocorre em Belo Horizonte nesta quarta-feira (30) e reúne representantes públicos e privados.
Especialistas destacam o alto custo das baterias, que pode chegar ao dobro de um ônibus convencional, além da infraestrutura de recarga ainda insuficiente para operações em larga escala. A rede energética fragiliza a confiabilidade do sistema.
Durante o evento, foi lançado o prêmio de mobilidade sustentável, com o objetivo de reconhecer projetos e empresas que promovem a transição para frotas mais limpas e eficientes. A iniciativa busca estimular inovação e investimentos.
Desafios e incentivos
A discussão reforçou a necessidade de políticas públicas que incentivem a substituição de frotas a combustão por elétricas, bem como investimentos em geração de energia renovável para sustentar o sistema.
Participantes ressaltaram o potencial do Brasil, especialmente com o crescimento do mercado de baterias e a possibilidade de produção local, o que pode reduzir custos e fortalecer a economia. Especialistas internacionais, como representantes da China e da União Europeia, também compartilharam experiências.
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