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Emissões de metano de combustíveis fósseis sobem em 2025

A AIE aponta que o setor de combustíveis fósseis emitiu 124 Mt de metano em 2025, cerca de 35% do total humano, com a China liderando as emissões

Na indústria de petróleo e gás, o metano escapa por vazamentos em equipamentos ou em operações de queima; na imagem, usina de carvão mineral
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A Agência Internacional de Energia (AIE) informou que, em 2025, as emissões de metano do setor de combustíveis fósseis chegaram a 124 milhões de toneladas, correspondendo a 35% do total de emissões humanas. O dado foi apresentado no relatório anual Monitoramento Global de Metano.

O relatório foi divulgado em Paris, durante reunião internacional realizada sob a presidência francesa do G7. A divulgação ocorreu na segunda-feira, 4 de maio de 2026, com a íntegra do documento disponível para consulta pública.

Segundo a AIE, o petróleo respondeu por 45 Mt, o carvão por 43 Mt e o gás por 36 Mt de metano. A agência ressalta que, embora haja ambição para redução, é preciso políticas e planos de implementação para efetivar as metas.

A China é apontada pela AIE como a maior emissora global de metano, devido à elevada exploração de carvão. No ranking, aparecem também Estados Unidos, Rússia, Irã e Turcomenistão.

O metano contribui para cerca de 30% do aumento da temperatura média global desde a Revolução Industrial. As principais fontes humanas são agropecuária e produção de energia, com vazamentos em petróleo e gás.

A indústria de petróleo e gás registra perdas de metano por vazamentos e desgaseificação. A AIE destaca que reduzir as emissões pode liberar volumes adicionais de energia no mercado.

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