O litoral de Itanhaém, em São Paulo, recebeu um avistamento inédito em 20 de abril de 2026: uma raia-manta gigante foi observada durante uma expedição do Projeto Mantas do Brasil. A área fica no Parcel Dom Pedro, zona marinha da região, durante uma investigação de relatos de pescadores.
A fêmea de Mobula birostris tinha envergadura próxima a seis metros e peso estimado acima de uma tonelada. Foi batizada de Moana pela equipe. A descoberta ocorreu após buscas subaquáticas, com apoio de drones para ampliar o campo de observação.
A lesão na cauda, segundo o projeto, costuma ocorrer por interação humana, com frequência em capturas acidentais em redes de pesca. A equipe reforçou que a espécie é cartilaginosa e não possui dentes, característica da classe dos elasmobrânquios.
Panorama da espécie
As raias são peixes cartilaginosos com corpo achatado e nadadeiras peitorais largas, formando um disco adaptado a diferentes profundidades. Podem ocupar desde áreas rasas até escarpas oceânicas, em diversos ambientes.
Ameaças comuns incluem pesca excessiva, degradação de habitats costeiros e poluição. A IUCN classifica várias espécies de raias com diferentes níveis de risco, destacando a necessidade de áreas protegidas e regulamentação pesqueira.
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