O uso excessivo de celular vem crescendo entre idosos, gerando preocupação de especialistas. A prática aumenta o tempo dedicado a telas em casa, no trabalho informal e em espaços públicos. O foco está na saúde mental e nas relações sociais.
Observam-se sinais de dependência em pessoas com solidão, que parecem buscar no aparelho uma forma de companhia. Relatos de idosos apontam para aquisição de várias telas e uso contínuo, sem avaliação de limites.
Especialistas destacam riscos como nomofobia, ansiedade e irritabilidade. A depender do caso, observa-se perda de liberdade, perdas de foco e uso progressivo das telas. A vulnerabilidade aumenta com a idade.
Por outro lado, o celular facilita acesso à informação e à comunicação com familiares. Médicos ressaltam a importância do equilíbrio e de acompanhamento familiar para evitar uso prejudicial.
Para orientar famílias, recomenda-se monitoramento do tempo de uso, estabelecimento de horários sem tela e atividades presenciais. O objetivo é preservar bem-estar mental sem retirar benefícios da tecnologia.
Benefícios e orientações práticas
A adoção de práticas saudáveis pode ampliar benefícios sem ampliar riscos. Profissionais de saúde sugerem diálogo aberto, apoio a atividades físicas leves e uso consciente de recursos digitais.
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