Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cruzeiros: por que avistamentos de ratos a bordo são tão raros

Caso de hantavírus em cruzeiro leva a investigação sobre origem; autoridades dizem que roedores a bordo são raros e risco público é baixo

Photo
0:00
Carregando...
0:00

Três passageiros a bordo do MV Hondius, da Oceanwide Expeditions, morreram após uma cluster de hantavírus ser identificada a bordo, com cinco casos adicionais ainda sob suspeita. A embarcação permanece sob investigação para determinar a origem das infecções.

O hantavírus é transmitido principalmente por roedores por meio de urina, fezes ou saliva. A Organização Mundial da Saúde informou que a operadora do cruzeiro não identificou ratos a bordo, segundo informações repassadas à OMS. Autoridades trabalham com a hipótese de infecção prévia no continente.

Especialistas indicam que ver roedores em cruzeiros é incomum. Em inspeções rotineiras, o programa de sanitização de navios verifica manejo de pragas, com entrevistas aos responsáveis pelo plano de controle. A presença de roedores no navio, no entanto, seria alvo de suspensão de operações.

Origem provável da infecção

A OMS aponta que as primeiras pessoas com sintomas teriam sido contaminadas em terra, possivelmente em ilhas visitadas pela expedição, onde há maior concentração de roedores. A possibilidade de transmissão entre pessoas próximas também é investigada, embora a ameaça ao público em geral seja considerada baixa.

As autoridades reforçam que o risco para viajantes comuns é baixo e que a divulgação de informações permanece conforme fontes oficiais. A prática de inspeções e protocolos de saneamento naval segue rigorosa, com foco na segurança sanitária durante as operações marítimas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais