O estudo publicado pela Alzheimer’s Association aponta que algumas classes de medicamentos comuns podem estar associadas ao risco de demência. A pesquisa analisa vínculos entre uso prolongado de certos fármacos e alterações na memória e na função cognitiva.
Entre as classes destacadas, os anti-histamínicos são ressaltados como de cautela maior. Esses fármacos, usados para alergias, podem bloquear a acetilcolina, neurotransmissor essencial para memória e atenção.
O texto enfatiza que a relação é associativa e não confirma causalidade. Pesquisadores defendem avaliação cuidadosa de uso continuado, sobretudo em pessoas com fatores de risco para demência.
Anti-histamínicos e cautela no uso
Segundo os especialistas, a recomendação é revisar com o médico a necessidade de anti-histamínicos de primeira geração. A ideia é evitar uso desnecessário e optar por opções com menor impacto cognitivo quando possível.
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