Durante muito tempo, a acessibilidade foi vista principalmente como uma obrigação legal ou uma adaptação física. Rampas, elevadores e normas urbanísticas simbolizavam esse objetivo de correção de barreiras estruturais.
Hoje, a abordagem mudou: o foco é a inclusão digital e a inovação. Em um cenário em que serviços públicos, bancos, educação e relações sociais migraram para plataformas on-line, o NIA – Núcleo de Inovação em Acessibilidade do InovaUSP – surge como resposta para tornar tecnologias acessíveis desde o projeto.
O que é o NIA-InovaUSP
Idealizado por Roseli de Deus Lopes, Arturo Forner Cordero e Cid Torquato, o núcleo busca tratar a acessibilidade como vetor de inovação tecnológica assistiva, e não apenas como requisito legal. A proposta é criar um hub de ideias e projetos que concentre a acessibilidade como estratégia multidisciplinar.
O foco é conectar universidade, mercado e sociedade, promovendo recursos inclusivos, interfaces acessíveis e ferramentas adaptativas. A iniciativa defende o uso de design universal e de práticas que previnam a construção de novas barreiras, incorporando a tecnologia como instrumental de inclusão.
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