Ferramentas de inteligência artificial têm ganhado espaço na orientação sobre sintomas e doenças. Um estudo aponta que chatbots podem fornecer orientações médicas enganosas em até metade das respostas, destacando riscos do uso não supervisionado.
O estudo enfatiza que a qualidade das respostas depende da forma como a pergunta é feita. Dr. Alex Meller, médico especialista, afirma que perguntas muito abertas levam a conteúdos menos confiáveis.
Segundo o especialista, recomenda-se pedir informações respaldadas por sociedades médicas e artigos científicos. Essa prática pode tornar o conteúdo mais seguro e preciso, especialmente em temas clínicos.
Apesar dos avanços, doenças complexas permanecem um desafio para os chatbots. Em muitos casos, as ferramentas ainda não oferecem respostas objetivas ou adequadas a cada situação clínica.
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