A morte do sargento-mor Mohamed Mahudhee, integrante das Forças de Defesa Nacional das Maldivas, ocorreu durante uma operação de resgate de corpos de turistas italianos. O treinamento envolvia mergulho em cavernas submarinas no Atol de Vaavu, quando Mahudhee passou mal e não resistiu. O caso reacende discussões sobre os riscos do mergulho profundo.
A doença da descompressão ocorreu após a subida rápida à superfície. No mergulho técnico, o nitrogênio dissolvido no sangue forma bolhas ao retornar à pressão normal, prejudicando a circulação e o transporte de oxigênio. O agente causador é a rápida redução de pressão durante a ascensão.
O que é a doença da descompressão
Mergulhos profundos elevam a absorção de nitrogênio pela água do corpo. Ao subir muito rápido, o nitrogênio forma microbolhas que podem bloquear vasos e causar danos a órgãos. Sintomas variam de dores articulares a confusão mental e parada cardíaca, dependendo da gravidade.
Detalhes do mergulho e do contexto
O sargento mergulhava a cerca de 60 metros, nível classificado como mergulho técnico, em cavernas. Especialistas indicaram que Mahudhee usava ar comprimido comum, sem misturas como Trimix, elevando o risco de complicações associadas à descompressão.
Sobre o mergulhador e desfecho
Mahudhee, com 44 anos, era reconhecido como um dos mergulhadores de resgate mais experientes do país, com milhares de operações. A morte ocorreu menos de 24 horas após ele apresentar, em reunião com o presidente das Maldivas, o plano de recuperação dos corpos dos turistas italianos.
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