O projeto busca um novo cão de detecção para salvar koalas ameaçados por incêndios e inundações, após a aposentadoria de Bear, um cão de 11 anos que atuou por uma década. Bear deixou o serviço em março.
Conservacionistas tentam encontrar um substituto capaz de preencher lacunas deixadas por pessoas em campo e por tecnologias como sensores infravermelhos. O foco é um cão com alta energia, obcecado por bolinhas e sem interesse em perseguir animais silvestres.
O selecionado trabalhará ao lado de drones e equipes humanas de monitoramento, especialmente após desastres naturais. Frederic Chappee, especialista canino francês, participa do treinamento junto à Universidade da Sunshine Coast.
Bear foi treinado para detectar o cheiro de koalas vivos, em alturas elevadas, diferente de cães que apenas procuram fezes. A atuação dele ajudou a localizar mais de 100 koalas durante os incêndios da Black Summer.
A campanha envolve organizações de conservação, a universidade australiana e uma equipe internacional. As koalas foram listadas como ameaçadas no leste do país após a perda de habitat.
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