Os relacionamentos costumam ser vistos sob a lente de que opostos se atraem. Pesquisas e cultura popular reforçam esse mito há décadas. Este artigo apresenta evidências científicas recentes sobre o tema.
Um estudo publicado no Journal of Social and Personal Relationships aponta que a semelhança entre parceiros pode ser menos determinante do que se acreditava. A percepção de que casais são muito parecidos nem sempre corresponde à realidade.
Ainda segundo pesquisas, há pouco consenso sobre o papel da semelhança na duração de uma relação. Em contrapartida, um estudo de 2023 destaca que valores como o altruísmo, quando compartilhados pelos dois, podem favorecer a longevidade do vínculo.
Perspectivas sobre semelhança e complemento
Especialistas destacam que ser semelhante ou complementar pode depender de fatores contextuais. A influência de traços de personalidade, comunicação e apoio emocional costuma ter impacto relevante no sucesso a longo prazo.
Ao longo de décadas, a literatura não oferece resposta única. A tendência atual é considerar que diversidade de valores pode sustentar a relação, desde que haja alinhamento em questões fundamentais de convivência.
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