O consumo de magnésio como suplemento, sem necessidade comprovada, pode levar a hipermagnesemia, condição clínica potencialmente grave. Especialistas ressaltam que o excesso não é inofensivo.
O magnésio é promovido como solução para dormir melhor, prevenir câimbras e reduzir o estresse. Contudo, a ingestão sem deficiência pode desencadear efeitos adversos em órgãos diferentes, não apenas no intestino.
Diferente de alguns vitamínicos, o magnésio no sangue fica dentro de uma faixa estreita. Quando ultrapassamos esse limite, surgem impactos no funcionamento digestivo, cardíaco e neurológico.
Riscos e faixas de segurança
Níveis normais de magnésio sanguíneo costumam ficar entre 1,7 e 2,2 mg/dL, com variações até 2,4 mg/dL em alguns laboratórios. A faixa restrita exige monitoramento de quem utiliza suplementos.
Fontes médicas destacam que o excedente tende a não ser eliminado rapidamente pela urina, como ocorre com alguns compostos, exigindo avaliação clínica para ajustar a suplementação e evitar danos.
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